sexta-feira, agosto 08, 2008

EXPRESSÃO NACIONAL - TV CÂMARA - 4/09/07 - ANISTIA E INDENIZAÇÕES

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PARTE 14

COMENTARIOS SOBRE A AMAZÔNIA

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Por Péricles
Li e reli o texto do engenheiro agrônomo e ex-consultor da ONU, Flávio Garcia que, segundo me informei, é um dos estudiosos da Amazônia e crítico ferrenho do projeto de concessão de florestas públicas do Brasil.

“Para Garcia a ligação rodoviária do Brasil ao Pacífico, via Peru, vai favorecer a entrada de interesses asiáticos (China, Japão e Índia) na Amazônia brasileira, com reflexos econômicos e ambientais de difícil previsão. O governo americano, via USAID, acaba de divulgar um amplo e sistematizado programa de governança para a região amazônica. O programa conta com apoio e participação direta de nada menos que 30 Ong`s brasileiras, bolivianas, peruanas e norte-americanas. Não resta dúvida que poderemos afirmar que a partir de agora teremos para a Amazônia uma nova forma de governança externa institucionalizada”, registra o jornalista P. Lucena, em seu blog.

ONG’s, USAID, “favorecimento de interesses asiáticos”, “governança externa institucionalizada”, “reflexos econômicos e ambientais de difícil previsão”: um conjunto de estimuladores para aguçar o alarmismo que está no DNA da ideologia militar.

Continuando a leitura do texto de Flávio Garcia: diz ele que "para fazer frente aos interesses e demandas dos mercados globalizantes para hidrocarbonetos, soja, carne de boi, e outros produtos agrícolas, que estão incentivando a construção de estradas e oleodutos, imigração, apropriação de terras, de recursos do subsolo (minérios) e conflitos nas áreas indígenas", a USAID “se viu obrigada a valer-se de um conjunto de 10 (dez) diferentes estratégias para o desafiante contexto amazônico. Sobressaindo- se, dentre elas, a exigência de capacitação de lideranças locais; formação e apoio a Consórcios para conservação dos recursos naturais, a partir de ONGs, povos indígenas, populações tradicionais, agências de governo e instituições de pesquisa; reflexos da ligação rodoviária com o Oceano Pacífico; e fundos permanentes para financiamento das atividades”.

Para mim bastam esses dois trechos para fazer algumas reflexões, para evitar que sejamos manipulados por múltiplos interesses escusos, principalmente de corporações multinacionais e de Estados. O que está por trás de tudo isso são interesses geopolíticos e econômicos que serão prejudicados com a ligação das bacias do Pacífico com a Amazônica, através dessa rodovia.

Essa estrada afetaria diretamente os interesses geopolíticos dos USA porque diminuiria ainda mais a importância do canal do Panamá e poderia contribuir para tornar obsoleto qualquer plano de remodelação ou de construção de um novo canal. Além disso, essa estrada estimularia uma mais rápida e sólida integração sul americana o que reduziria a hegemonia norte americana na região.

Essa ligação, por exemplo, poderia proporcionar a tão almejada saída da Bolívia para o mar. Os Estados Unidos tratarão de encontrar quaisquer justificativas para opor-se à construção dessa estrada.

Há 20 anos atrás o grande interessado era o Japão. Hoje é a China. E não há mal nisso, pois ambos precisam de matérias primas e energéticos para manter as suas economias.

Em 1988, Bush pai pressionou para que o Japão não financiasse essa estrada caso não fossem realizados estudos prévios de impacto ambiental. E o Japão abortou qualquer investimento para não contrariar o seu parceiro maior.

Coincidentemente, agora, o Japão foi substituído pela China e a pressão mudou de ponta, pois a USAID está empenhada em mobilizar a reação contra a estrada aqui mesmo na América. Sempre para preservar o meio ambiente.

E não são somente os interesses geopolíticos dos USA que são afetados por essa ligação da Amazônia com o Pacífico, mas os mercados de commodities, pois estimularia a exploração racional da área. Três exemplos dados pelo Coronel Gélio Fregapani em uma entrevista sua que circulou recentemente pela Internet:

1. Uma só jazida de estanho na Amazônia quebrou o cartel do estanho, fazendo despencar o preço de US$ 15 mil a tonelada para menos de US$ 3 mil.
2. “Se nós explorarmos o ouro abundante da Amazônia, vai cair o preço do ouro, e isso vai diminuir o valor das reservas dos Estados Unidos, onde está certamente a maior parte do ouro governamental do mundo. Isso seria um baque para os Estados Unidos, talvez pior do que perderem o petróleo da Arábia Saudita”.
3. “Se nós plantarmos 7 milhões de hectares de dendê na Amazônia, extrairemos 8 milhões de barris de biodiesel por dia, o que equivale à produção atual de petróleo da Arábia Saudita”.

As nossas vantagens serão em todas as dimensões com o incremento do comércio internacional o que só acontece quando existe uma demanda do porte da que o agrônomo Flávio Garcia taxa como de “entrada de interesses asiáticos (China, Japão e Índia) na Amazônia brasileira, com reflexos econômicos e ambientais de difícil previsão”.

DIREITA, APRESENTE-SE. QUEREMOS JULGÁ-LA NAS URNAS.

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DIREITA, APRESENTE-SE.

QUEREMOS JULGÁ-LA NAS URNAS.

Por Henio Gomes
No início, os homens eram nômades. A busca pela sobrevivência os fazia andar e andar, à busca da caça e dos frutos das árvores, numa atividade sem fim. Os perigos eram muitos, e a expectativa de vida muito pequena: as feras, os ossos quebrados, as infecções, o envenenamento, a hostilidade do tempo, estavam sempre à espreita, a fim de lhes acelerar a morte. O nomadismo os fazia promíscuos, a sociedade era matriarcal, na medida em que apenas a maternidade era óbvia – o pai, desconhecido; podia ser qualquer um. Durante séculos, assim o foi.
A luta pela sobrevivência acabou por fazer o homem descobrir a agricultura: aprendeu que a terra lhe devolvia os alimentos que plantasse. Assim, o alimento tão necessário não tinha de ser procurado dia após dia: ele estava ali mesmo, ao alcance de suas mãos, e isso lhe trazia muitas vantagens: pela primeira vez em sua história, o homem podia se fixar à terra, e preparar tudo à sua volta para sobreviver mais e melhor. Contra as feras e as intempériies, desenvolveu a idéia de “casa”, uma caverna ou uma construção tosca, que lhe deu abrigo. Todos de sua ‘tribo” (vamos chamá-las assim), fizeram o mesmo, nas proximidades... o embrião da aldeia.
Então, o homem se sentiu só. Onde estariam as mulheres, para garantir a prole? Teriam elas as suas próprias “casas”, ou vagariam de uma para outra, em busca da continuidade da espécie? Não tardou muito para que o homem as fosse buscar, à força ou de bom grado, para habitar as suas noites, ter e criar os seus filhos. Assim, a idéia de propriedade nasceu, incluindo a terra, a casa e a família.
Mas outros e muitos homens prosseguiam nômades, constituindo um perigo permanente para aqueles que se fixaram à terra, alvos sempre da cobiça alheia, pelos tesouros que escondiam em sua propriedade: o alimento e a mulher. A necessidade imperiosa de protegê-los tendia a fazê-lo cada dia mais fraco, eis que um dos componentes básicos para a sua força ficava cada dia mais distante e difícil: a caça. Cedo ele descobriu que, ao se ausentar para caçar, deixava à sanha do inimigo tudo que – de fato – lhe pertencia e lhe supria as necessidades, e aprendeu que não lhe servia começar sempre tudo, de novo.
Reunidos em “conselho”, os homens da tribo buscavam incessantemente uma solução para o seu grave problema, até que ela surgiu: “um de nós – o mais forte - fica na aldeia, enquanto os outros saem para caçar, e recebe, de cada um, parte da sua caça, como pagamento pelos serviços de proteção a todos”. Nasce o Estado, improdutivo (não caça), e está criado o “imposto”, retribuição da sociedade por serviços prestados em benefício de todos.
De tudo isso se depreende, rápida e facilmente, que o Estado foi criado para suprir a necessidade de segurança, que pode portanto ser vista como “a razão de ser de sua criação”.
Estando na aldeia, com muito tempo ocioso, e sendo talvez o mais preparado de todos, logo o “segurança” tratou de preencher o seu tempo, ensinando os meninos, os seus e de toda a aldeia, a pescar e caçar, correr objetivamente, espreitar a caça, e vencer os perigos das matas. Ele nada mais estava fazendo do que prover “educação”, não a sua principal tarefa, mas uma outra, também nobre; mas que tinha que ser interrompida sempre que a segurança o exigisse. Também o atendimento a emergências de saúde, como ferimentos e doenças, passou a fazer parte do seu cotidiano ocioso, já que ele era sábio, e estava ao alcance, na ausência dos demais membros do grupo.
O “segurança” poderia ser muito sábio para ensinar, e muito disponível para curar, mas se demonstrasse incapaz de defender a aldeia, seria defenestrado pelo Conselho, eis que falhava naquilo que era a sua razão de ser: proteger.
Estamos, agora, em condições de dar o grande salto no tempo: O Estado, tal como hoje se apresenta, continua tendo como função primeira a Segurança, sendo todas as demais, secundárias. A falência do Estado em sua atividade-fim será respondida, pela sociedade, com um “basta”, e a sua gerência (no caso, o Governo) substituída por outra, que lhe devolva a indispensável competência. As democracias encontraram uma forma justa de julgar periodicamente o desempenho de seus gerentes: as eleições periódicas. A complexidade das sociedades modernas e as imperfeições dos processos eleitorais podem conduzir a julgamentos errados pela sociedade, fazendo eleitos quem não cumpre – por maquiavelismo ou incompetência – os seus desígnios encomendados. Mas não permanentemente, não sempre. Até mesmo em regimes totalitários e de força, como os comunistas, a justiça tardou, mas não falhou.
O Brasil passa por uma crise de segurança, que já se prolonga mais do que o tolerável. Após os regimes militares, o desconforto dos brasileiros só fez crescer e crescer, sua tranqüilidade diminuir e diminuir. A tolerância, também.
A “esquerda”, que mereceu a confiança dos brasileiros nos últimos 22 anos, não foi capaz de resolver, sequer diminuir, os nossos problemas, nestes incluída a Segurança, a paz e a tranqüilidade para viver e trabalhar. Talvez o conjunto de nossa sociedade ainda não saiba, mas se aproxima o dia do “basta”. Peço a Deus que isso se dê de forma democrática, com a eleição de um Governo mais à direita, como ocorreu na França. Para isso, nós, sociedade, temos de abrir espaços para o surgimento de uma candidatura representativa dessa tendência, a fim de que o julgamento das urnas possa ser mais justo e fiel aos nossos anseios. Se depender apenas da grande mídia e da política partidária atual, essa candidatura não surgirá, da mesma forma como não surgiu nas duas últimas eleições majoritárias, quando somente a esquerda teve espaço e vez.
Direita, apresente-se para todos nós. Queremos julgá-la nas urnas.
1 comments:
Lauro said...
Eu voto sómente se houver um general como candidato, mesmo assim precisa ser general da reserva que ñ esteja recebendo algum beneficio de Lula. APRESENTE-SE general!!!!

O Fim do Túnel

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Por Paulo Silva

Ao mesmo tempo em que a conduta deste governo provoca espanto e perplexidade à diminuta população lúcida do país, também a surpreende pela lógica obscura e sequenciamento irracional das suas ações na condução da nação ao socialismo. Utilizando-se de paternais sutilezas, objetivando angariar fortuitas e direcionadas simpatias, segue neutralizando instituições e grupos que possam eventualmente se contrapor aos planos políticos do governo, levando-nos a concluir que não se pode ou não se deve subestimar o poder de persuasão e infiltração do grupo governante nos não alinhados, através de um efetivo trabalho de dissuasão e cooptação, conseguindo efeitos divisórios e aniquiladores nos alvos atingidos, rompendo as linhas de resistências.

Todos os fatos contemporâneos mostram-nos que os socialistas do passado mudaram as suas condutas de conquista do poder, um grande refinamento nas suas técnicas operacionais foi introduzido nos seus modos de operação, abdicando dos métodos radicais do passado, apenas permanecendo para os seus líderes, os princípios básicos da riqueza pessoal, poder total e controle incondicional da sociedade. Após um criterioso, longo e paciente programa de anti-socialização e desgaste da imagem das forças armadas, que foi iniciado no governo FHC e seqüenciado no atual governo, objetivando afastar sistematicamente nossas forças armadas da pátria, da ética, da disciplina e da sociedade brasileira, através de informações adaptadas e moldadas, fatos distorcidos, omissões da verdade e criações constantes de cenas políticas com envolvimento das instituições militares, além disto, trás à tona fatos históricos distorcidos pelas fantasiosas mentiras e paralelamente usam estas ocorrências fabricadas para fortalecer suas estruturas socialistas junto a grande massa acéfala, que constitui a base de sustentação do governo.
Com estas ações programadas e após submeter a teste a capacidade atual de reação das forças armadas diante ao novo socialismo, os cérebros socialistas, além de conseguirem sedimentar as bases da perpetuação do poder, conseguem enfraquecer e aniquilar qualquer reação pró-ativa que possa advir das forças armadas brasileiras, desarticulando as reações contestadoras de instituições que possuam poderes bélicos e possam contestar abertamente a loucura que toma conta da nação. Estes novos métodos foram recentemente utilizados nas forças armadas, aproveitando o enorme efeito e repercussão política da crise aérea que assola o país, primeiro o presidente desautoriza punições aos sublevados, depois quer negociar politicamente com os mesmos, como se fossem membros do sindicato dos militares ou filiados a CUT, depois atribui e deixa transparente para a população, a culpa decorrente da incompetência dos militares em conduzir a situação para uma solução efetiva do problema que atinge milhões de brasileiros, agora oferece gratificações aos operadores do tráfego aéreo.
Consciente que este é mais um caminho para a desestabilização do sistema hierárquico e disciplinar, o governo sabe bem que a esmagadora maioria dos controladores está ligada às forças armadas e sabe que através de uma bolsa “vem pra cá” contribuirá para a fragmentação da estrutura disciplinar militar, entretanto isto é o que governo almeja criar, rachas, desestabilizações e desmoronamento das instituições e surgir na escuridão e caos nacional, como a única luz, isto já foi feito com o judiciário, com o congresso, senado e órgãos governamentais, através do aparelhamento do estado, do descrédito popular e da vergonhosa falta de ética que assola o país.
Assim o governo consegue modificar a arquitetura da democracia no Brasil e agora como a última e única barreira aos seus espúrios objetivos, estão as forças armadas brasileiras, que já debilitadas e desgastadas, poderão ser cooptadas, doutrinadas e incorporadas ao novo sistema a ser efetivado no país e se porventura não conseguirem através do plano “A”, estão prontos a fazê-lo pelo plano “B”, que consiste no enfrentamento direto e nesta segunda hipótese, já estão bem posicionados com o seu exército paralelo, vejamos:
• O MST possui um quadro de cinco milhões de homens acéfalos, prontos a cometerem as maiores barbáries sem questionamentos. Este efetivo é bem superior aos das forças armadas.
• Como já é do conhecimento dos serviços de inteligência, possuem no Brasil uma quantidade considerável de armas leves. (AK-47).
• Através de áreas invadidas e/ou cedidas pelo governo federal em Roraima, possuem um corredor de suprimentos com a Venezuela.
• Detém a capacidade e mobilidade de abrirem focos dispersos de conflitos no país, dificultando o combate.
• Estão sob constante treinamento e aperfeiçoamento pelos guerrilheiros das FARC’s.
• Recebem recursos financeiros do estado brasileiro e de organizações alienígenas.
• Por outro lado, nossas forças armadas são propositalmente sucatadas e com recursos escassos, são obrigadas a reduzir os seus efetivos, tendo problemas até de manutenção de equipamentos militares, ou seja, equipamentos fora de operação.
• O mesmo processo acima está sendo utilizado contra a sociedade civil, através de manipulações de leis que visam o desarmamento da população.
• Hoje a nação está vulnerável a ataques estrangeiros e a supostos inimigos regionais (Venezuela) • Estamos cercados por um cenário regional socialista.
• Nossas fronteiras estão totalmente vulneráveis às ações beligerantes dos inimigos da democracia e grupos de guerrilheiros.
• As ações do MST certamente serão em blocos espalhados, atingindo rapidamente alvos estratégicos (hidroelétricas, aeroportos, estradas, sistemas de transmissão de energia, veículos de comunicações, etc.) e certamente os portos ficarão para uma segunda etapa, pois estes são pontos vulneráveis para o MST, devido ao seu posicionamento geográfico e proximidades de concentração de forças militares. Certamente estas forças não convencionais já testam a capacidade de reação do exercito brasileiro e paralelamente realizam uma constante simulação e treinamento para as ações futuras.
• Com certeza inicialmente os enfrentamentos não serão nas zonas rurais, mas sim nas cidades, onde os equipamentos pesados não terão eficiência.
• Os centros de formação de idéias e pensamentos (universidades) já estão sob controle do PT e esta massa torna-se facilmente um grande aliado na propagação de idéias, pela sua capacidade de mobilização e inexperiência política social.
• As grandes cidades já estão prontas para o enfrentamento, através do exercito do narcotráfico e marginais com formação política. Trata-se de um exercito de execrados bem armados e treinados pelas FARC’s e guerrilha internacional, prontas para se unirem ao MST. Não se pense que a assessoria da guerrilha é apenas uma contratação dos criminosos, mas sim uma anuência e um direcionamento dos socialistas que juntam forças combativas. (Ler entrevista do Marcola)
• Agora para os socialistas, só resta esperar calmamente a lenta implosão das nossas forças armadas e aguardar calmamente o seu desmoronamento sobre as pedras que um dia sustentaram o maior baluarte da ética, do patriotismo e da brasilidade neste país.
• A sociedade brasileira já está absorvida pela criminalidade, corrupção, roubos, assassinatos dos seus filhos, prevaricação dos seus homens públicos, etc. Estes fatos não criam mais efeitos sociais, tudo isto amorteceu o senso ético moral da população, o raciocínio e a lógica social, desmontou a estrutura social da nação, onde a sua população não possui sonhos nem para si e nem para os seus filhos, onde o importante para a população é simplesmente sobreviver.
• Para aplacar resistências desta sociedade perdida e muda, com certeza o governo criará condições econômicas insustentáveis por longo período, para distrair e silenciar os anseios da população (classe média), tais como, liberar a ânsia consumista, através de um dólar barato, juros baixos e prazos de financiamentos extensos, ou seja, prestações baixas e satisfações altas.
• Também para aplacar a ansiedade das forças armadas, possivelmente o governo irá liberar verbas para o desenvolvimento e operacionalização de artefatos que não possam ser utilizados em conflitos urbanos. (É o pirulito para evitar choros e provocar sorrisos inocentes).
• A inexistência e formação de líderes políticos levam apenas a um caminho, o caminho da perpetuação de um poder visionário e louco e se o país já estiver totalmente enquadrado dentro dos planos socialistas, o congresso junto aos acéfalos cidadãos criará condições para a permanência do Sr. Lula, caso contrário, o Sr. Lula elegerá um companheiro e depois retornará ao poder para dar o acabamento final e dar tempo para a sociedade deglutir o novo regime.
Nunca imaginamos que toda esta estratégia sofisticada procede da mente ignorante do presidente apedeuta, ela nasce em um seleto grupo que sustenta os pensamentos presidenciais e caminhos socialistas, são estes que verdadeiramente traçam os caminhos do poder, são pessoas ávidas por vingança e por poder, eles são os mesmos que outrora enfrentaram as forças armadas brasileiras, são pessoas que conhecem as fraquezas e limitações das instituições nacionais, sabem usar os instrumentos e o tempo a seu favor, não são inimigos comuns.
Mediante a este nefasto quadro que ora se apresenta à nação, as forças retificadoras não possuem mais tempo para a ação e correção dos rumos, pois o fator tempo corre apenas a favor dos inimigos da democracia, pois o tempo irá corroer a capacidade de reação dos não alinhados, transformando nossas forças armadas em um efetivo minúsculo e cercadas de sucatas de ferro, incapaz de manter a segurança da nação, que é o seu sagrado objetivo constitucional, logo os nossos aviões militares não terão mais espaço para voar nos azuis céus brasileiros, nossos navios não mais poderão singrar os verdes mares nacionais e nosso glorioso exército não terá mais o sagrado solo pátrio para marcharem, suas legiões vagarão pelo vazio da pátria e pela escuridão da derrota moral.
Que não se espere um clamor popular para a ação de defesa da pátria, pois o povo brasileiro está amordaçado, entorpecido pelo ópio da mentira, da falsidade, da corrupção moral e ética dos princípios naturais, não mais sairão gritos de socorro da boca do povo brasileiro, a população esta perdida dentro dos novos conceitos éticos apresentados a nação, tudo se apresenta confuso e ameaçador, todos buscam apenas sobreviver neste mar de lama que envolve a nação brasileira e apenas um único pensamento direciona a conduta que outrora era regida pelos valores legítimos para o silêncio sepulcral da desesperança, da incerteza do futuro e da agonia mórbida da morte premente.
A sociedade está na escuridão do pré-socialismo, na letargia dos inícios dos tempos obscuros, como crianças perdidas na violência paterna, não sabem mais como e onde pedir socorro, desconfiam de tudo e de todos, têm os exemplos advindos das instituições constituídas para a defesa da integridade da nação e do povo ruir-se sob o oceano da corrupção e desmandos, vêem os ideais nacionais se dissiparem como fumaça, restando apenas o desespero como companheiro desta nova jornada que querem imputar ao povo brasileiro. E mais uma vez pela ausência de lideranças políticas naturais e de comando nas instituições militares, onde nada se vê, nada se fala e nada se escuta só restará ao povo uma única luz no fim do túnel, uma luz que se apresenta branca e fulgurosa, mas que na realidade é vermelha e opaca, uma luz que entorpece a razão e lucidez de um povo perdido na mediocridade dos seus pensamentos.
A complacência e suposta anuência das forças retificadoras para com os desmandos do governo, tornam-na cada vez mais distante dos ideais nacionais, do povo brasileiro e do futuro natural destas forças, estes procedimentos omissos desonram a gloriosa tradição destas forças e provocam descrédito na população lúcida, que assistem diariamente ao filme macabro da desordem, corrupção, da conivência das instituições tradicionais e os antigos comandantes destas forças gloriosas, lamentam e choram a submissão diante de um inimigo corajosamente combatido outrora e diante desta visão de decadência, lágrimas aflitas caem, pois já percebem o futuro desta nação.
A grande pergunta é até quando isto tudo permanecerá ocorrendo na nossa pátria, quando surgirá um líder com visão, coragem e inteligência para dar um basta nestes desmandos? Se ainda estamos a espera de motivos, atestamos nossa cegueira e subdesenvolvimento, pois já existem centenas de motivos e pior que a convivência com patifes nos tornará um grande patife e deteriorará toda nossa sociedade, muito em breve seremos a maior republiqueta das bananas do planeta, que triste fim para a nação brasileira.
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Desarmamento: o 'não' ignorado
A Realização da consulta popular acerca da concordância ou não da população sobre o seu desarmamento forçado teve um resultado inequívoco. Mais de 60% da população brasileira defendeu o seu direito de adquirir uma arma. No Rio Grande do Sul, esse percentual foi de 86%, o mais alto do Brasil.
Dois anos após, a manifestação popular segue sendo olimpicamente ignorada. As exigências para adquirir uma arma continuam excessivas e indicadoras da má vontade do poder público com o cidadão que busca obter legalmente uma arma para se defender da criminalidade. O próprio site do Ministério da Justiça traz, num tira-dúvidas sobre a lei 10.826/03, o Estatuto do Desarmamento, este texto revelador: "As taxas cobradas para a emissão de autorização para porte e registro de armas de fogo foram aumentadas, de maneira a dissuadir o pedido de novas permissões". Outra pérola está no fato de a legislação exigir uma declaração de efetiva necessidade para adquirir uma arma. Com os péssimos serviços prestados pelos órgãos públicos no que tange à segurança da sociedade, nem precisaria se declarar o óbvio.
O pior de tudo é que essa lei está morta e enterrada pela manifestação soberana das urnas e, mesmo assim, está sendo aplicada contra a população, que não pode adquirir uma arma sem irreais exigências por conta de uma regra desprovida de razoabilidade. Ocorre que o Estatuto está em vigor como se a sociedade concordasse com ele, o que não corresponde à verdade. A população votou contra essa norma, que foi rechaçada nas urnas.
É urgente revisar essa lei, de forma a permitir que o cidadão possa cumprir requisitos razoáveis para possuir uma arma. Também é necessário respeitar os direitos daqueles que cumpriram a exigência sob a lei anterior, que não podem, repentinamente, ser considerados infratores de uma norma repudiada.
Sobre o desarmamento, a sociedade brasileira já se manifestou claramente. Ela quer preservar o direito de autodefesa, pois o poder público se mostra incapaz de protegê-la. Resta editar uma nova lei, de forma que sua vontade seja respeitada.

CASO MATTEL (14/08)

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CASO MATTEL (14/08)
Empresa anuncia recall de 21,8 milhões de brinquedos que inclui o Brasil
Mattel identifica fabricante chinês de brinquedo que tinha tinta tóxica
Empresa americana fará recall de 1 milhão de brinquedos
Empresa faz recall das bonecas Polly no Brasil
Diretor de fábrica chinesa suspeita de produzir brinquedos tóxicos se suicida
Teste de qualidade reprova 20% dos brinquedos chineses
A conexão entre os produtos contaminados e a mentalidade comunista
Empresa anuncia recall de 21,8 milhões de brinquedos que inclui o Brasil
da Folha Online 14/08/2007
A Mattel anunciou mais um recall, agora de 21,8 milhões de brinquedos que contenham ímãs, no mundo todo, incluindo cerca de 850 mil unidades comercializadas no Brasil. Os itens vendidos no país e afetados pelo recall são todos os produtos da linha Polly com acessórios imantados, a pá do conjunto Barbie e Tanner e figuras magnéticas do Batman.
O site da empresa (em inglês) disponibiliza as imagens de todos os brinquedos. Os pontos de vendas no Brasil estão sendo notificados para que suspendam a comercialização e que retornem os produtos à Mattel. O recall anunciado hoje será promovido devido à possibilidade de descolamento dos pequenos ímãs contidos nas peças desses produtos que podem ser ingeridos ou inalados por crianças, causando lesões graves.
No início do mês, a empresa já havia feito um recall de quase um milhão de brinquedos com tinta tóxica, da americana Fisher-Price, produzidos pela fábrica chinesa Lee Der Industrial.
Para atender os consumidores, a Mattel colocou à disposição o telefone 0800-77-01207 e o e-mail recall.brasil@mattel.com, além do site da boneca. A ligação é gratuita e o serviço está disponível de segunda a sexta-feira das 9h às 21h, e aos sábados das 9h às 15h. Ao entrar em contato com a empresa, o consumidor será informado quais produtos, exatamente, estão no recall.
A companhia diz que já comunicou o DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor), Procons em cada Estado e Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) para garantir a efetividade da ação. Também publicará anúncios em revistas e jornais e veiculará informes em rede nacional de TV.
"Neste momento, nosso maior compromisso é com a segurança dos pequenos consumidores e, por isso, não vamos medir esforços para garantir a eficácia desta ação no menor tempo possível", afirma Alejandro Rivas, gerente geral da Mattel do Brasil.
O Procon-SP informa que os consumidores que já passaram por algum acidente causado pelo defeito apontado - por enquanto, nenhum caso foi reportado aqui no Brasil - poderão solicitar na Justiça reparação por danos morais e patrimoniais eventualmente sofridos.
Em nota, o Procon informa que entende que enquanto existirem brinquedos com o problema apontado, o fornecedor é responsável e obrigado a efetuar os reparos de forma gratuita. E mesmo que o consumidor não tenha acesso à convocação, ele terá seu direito à segurança garantido.
Desde novembro de 2006, quando a Mattel realizou o recall de alguns produtos da marca Polly Pocket com ímãs, a empresa informa ter avançado na investigação de novos procedimentos para atingir padrões de segurança quanto à inserção de pequenos ímãs em brinquedos. Para criar produtos mais seguros, a empresa analisou a força de atração dos ímãs, seu método de retenção e o padrão de brincadeira para o qual os ímãs estavam sendo utilizados. Assim, tentou avaliar em quais situações reais os ímãs poderiam eventualmente se soltar.
"Como resultado do processo de pesquisa e análise, a Mattel decidiu, de maneira preventiva, estender o processo de recall anterior. Vale ressaltar que nenhum outro caso de dano à saúde foi reportado (exceto os três casos divulgados em novembro de 2006)", afirmou a Mattel em comunicado.
Mattel identifica fabricante chinês de brinquedo que tinha tinta tóxica
da France Presse
Nova York
08/08/2007
A gigante americana dos brinquedos Mattel identificou a fábrica chinesa, localizada em Guangdong, que confeccionou os brinquedos retirados do mercado por conter tinta tóxica, a base de chumbo, informou nesta quarta-feira o "Wall Street Journal".
Na semana passada, a Fisher-Price, do grupo Mattel, retirou do mercado 967 mil brinquedos que se suspeita conter tintas extremamente tóxicas se forem ingeridas.
O recall chamou a atenção sobretudo porque envolve brinquedos muito populares, como os personagens da série "Vila Sésamo".
Depois da retirada, a gigante dos brinquedos foi acusada de não revelar a identidade do fabricante. Na ocasião, a Mattel se contentou em informar que os artigos vinham de um fabricante terceirizado chinês, sem dar seu nome ou sua localização.
"A Mattel está trabalhando com os distribuidores de todo o mundo para identificar os produtos afetados, para retirá-los do mercado, para interceptar as entregas em curso e para impedir as vendas", disse o grupo.
Segundo o "Wall Street Journal", a Mattel continua sua investigação sobre os brinquedos, mas não aceita mais as entregas da fábrica chinesa.
Em junho, antes que se surgisse este assunto, um milhão e meio de trens de madeira fabricados na China tinham sido retirado do mercado nos Estados Unidos por seu importador, o grupo RC2 Corp. Também se suspeita que os brinquedos tinham sido cobertos com tintas composta por chumbo.
Diretor de fábrica chinesa suspeita de produzir brinquedos tóxicos se suicida
da France Presse
Pequim
13/08/2007
O diretor da fábrica chinesa Lee Der Industrial, suspeita de produzir quase um milhão de brinquedos com tinta tóxica para a americana Fisher-Price, se suicidou no sábado, informou nesta segunda-feira um jornal local.
Zhang Shuhong foi encontrado sem vida em um depósito da fábrica, informou o "Southern Metropolis", citando um porta-voz da empresa.
A fábrica Lee Der Industrial, na província de Guangdong, fabricou recentemente os brinquedos retirados pela Fisher-Price (pertencente ao grupo Mattel) porque eram suspeitos de terem sido tingidos com uma pintura à base de chumbo, muito perigosa se ingerida.
O recall, que abrangeu 967.000 brinquedos, ganhou as primeiras páginas do mundo porque envolvia figuras muito populares como 'Dora, a exploradora' e as personagens da série educativa infantil "Vila Sésamo".
Na semana passada, as autoridades chinesas suspenderam as exportações da Lee Der, assim como de uma fábrica no sul, cujos brinquedos são suspeitos de ter o mesmo problema.
Segundo o jornal do Cantão, que cita funcionários, Zhang foi particularmente afetado pelo escândalo porque o provedor da pintura era amigo seu.
O homem, originário de Hong Kong, foi encontrado com marcas no pescoço, afirmou o jornal, sem dar mais detalhes sobre a morte.
Empresa americana fará recall de 1 milhão de brinquedos
da Folha de S.Paulo
Em um novo problema com produtos chineses, a fabricante de brinquedos americana Fisher-Price fará um recall mundial de 967 mil brinquedos produzidos por um fornecedor do país asiático. De acordo com a empresa, a tinta usada nos brinquedos continha quantidade excessiva de chumbo.
A empresa disse que irá recolher 83 modelos de brinquedos para crianças em idade pré-escolar e que a medida atinge produtos vendidos nos EUA entre maio e agosto deste ano.
O executivo da Fisher-Price David Allmark afirmou que o problema foi detectado após uma investigação interna e que ele foi relatado pela empresa para a Comissão de Segurança de Produtos ao Consumidor dos EUA.
Ele também disse que a fabricante conseguiu negociar com o governo para adiar a divulgação do recall, o que, segundo o funcionário, permitiu que a companhia recolhesse dois terços dos brinquedos antes que eles chegassem às prateleiras das lojas.
A Fisher-Price e a comissão de segurança divulgaram comunicados em que afirmam que os pais devem manter as crianças afastadas de brinquedos com possíveis problemas.
No final de maio, a agência fiscalizadora chinesa disse que um em cada cinco brinquedos e roupas de bebê fabricados no país não atende aos padrões de qualidade e alguns deles são "potencialmente perigosos". Em alguns brinquedos, foi usado lixo industrial, como carpete sujo, para estofá-los.
PROBLEMAS COM OS BRINQUEDOS FABRICADOS
da Folha Online
22/11/2006
A China é o maior exportador mundial de brinquedos, respondendo por 70% das exportações mundiais do setor. Cerca de 20% dos brinquedos chineses não atendem aos padrões de segurança e de qualidade, segundo levantamento da Administração Geral da Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena do Estado (agência de inspeção de qualidade chinesa). Os defeitos dos brinquedos incluem matérias-primas tóxicas ou nocivas para saúde, arestas afiadas, saliências perigosas e instruções inapropriadas, demonstra o estudo - que também concluiu que 80,8% dos brinquedos chineses eram considerados aceitáveis.
A agência, que realizou inspeções em 120 artigos produzidos por 108 empresas nas províncias orientais costeiras de Fujian, Zhejiang, Jiangsu, na cidade de Xangai e na província de Guangdong, no sul do país, já tinha descoberto, em maio de 2006, que 25% dos brinquedos não cumpriam as normas de qualidade. Numa investigação em 2006, a Administração Geral da Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena do Estado descobriu que algumas bonecas estavam recheadas com resíduos industriais e hospitalares, como algodão e gaze, que provocavam alergias nas crianças. Algodão sujo, lixo industrial e até restos de pacotes de macarrão instantâneo também foram encontrados no forro de alguns bonecos, segundo o jornal estatal "China Daily". Mais de um quinto dos brinquedos produzidos na China podem fazer mal à saúde das crianças, de acordo com a agência do governo chinês. Uma série de irregularidades foi constatada como, por exemplo, brinquedos fabricados com peças pequenas demais, que podem facilmente ser engolidas por crianças e causar sufocamento. As autoridades disseram que brincar com estes produtos pode causar doenças como alergias, diarréia e até pneumonia.
Em uma reportagem investigativa transmitida no fim de semana, a emissora de televisão estatal CCTV denunciou o uso de materiais não esterilizados na produção de brinquedos. Algodão sujo que sobra da confecção de tapetes baratos é revendido à indústria de brinquedos por 2,6 iuanes o quilo (R$ 0,66), segundo a emissora.
"Nós não nos importamos com a segurança. Não precisamos de manual de instruções. Estamos apenas tentado pescar peixes em águas turvas", teria dito um dos empresários, dono da fábrica de brinquedos, à CCTV.
Não há indícios de que os brinquedos de má qualidade tenham sido exportados para o Brasil. Para que possam ser comercializados de maneira legal no mercado brasileiro, os brinquedos chineses precisam ter o selo de qualidade do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial). No entanto, nas ruas de cidades brasileiras, muitos vendedores ambulantes oferecem produtos sem controle, que podem ser mercadorias contrabandeadas do Paraguai.
A conexão entre os produtos contamindados e o Comunismo
Por Levi Browde Centro de Información de Falun 26.07.2007
“Alguém em China envenenou meu filho pequeno”. Isto foi o que passou pela cabeça de uma chinesa que perdeu seu filho por intoxicação provocada por manuseio de um brinquedo condenado, ao ler as notícias sobre os milhões de brinquedos que foram confiscados nos EUA. O brinquedo que intoxicou o menino era da linha Thomas, da Mattel, cujo motor do tanque foi pintado com tinta tóxica. Hoje, o menino já saiu de perigo e em breve voltará para casa.
Nos últimos meses, 50 pessoas morreram no Panamá por consumirem medicamentos fabricados e importados da China. Cães e gatos foram as vítimas fatais nos Estados Unidos, depois de ingerirem alimento para animais também fabricados na China. Cremes dentais tamb´me foram condenados por causa do tipo de anticongelante utilizado na fórmula e centenas de milhares de pneus foram devolvidos depois que duas pessoas morreram em acidentes de automóvel que, segundo as investigações, foram causados por que os pneus não haviam sido fabricados adequadamente. A Administração de Alimentos e Drogas (FDA) proibiu a venda e o consumo de peixes originários de China, por conterem substâncias causadoras de câncer.
De fato, estes escândalos não são exceções - são parte de uma maneira fazer negócios. A opinião é dos chineses que não suportam mais o comunismo e o Partido Comunista Chinês. É, controle de qualidade, supervisão, utilização de matérias primas seguras e elaboradas custa caro. A cultura que passou anos e anos rejeitando o “capitalismo” não está acostumada com esse negócio de direito do consumidor. O os fazendeiros chineses, por exemplo, cultivam freqüentemente o alimento de suas famílias em separado daquele que vendem ao mercado. Imagine o por quê? Segundo o periódico La Gran Época, os chineses justificam essa desconsideração pela vida humana como reflexo de anos e anos de ateísmo e de cultura da moral relativista do partido comunista. Se não há nada além desta vida que vivemos, e num país onde o aborto e o assassinato de meninas recém nascidas é praticamente imposto, o que impediria que os fabricantes de brinquedo fizessem brinquedos com tintas tóxicas? Nada. Nada mesmo. Isso para não falar da indústria de transplante de órgãos de princípios duvidosos que é constantemente denunciada.

Dono da boate Bahamas é preso em flat em São Paulo

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com Agência Folha da Folha Online

A Polícia Civil prendeu nesta madrugada o empresário Oscar Maroni Filho, dono da boate Bahamas e do Oscar's Hotel, localizados na região do aeroporto de Congonhas (zona sul de São Paulo). O empresário foi preso em um flat na mesma região.

Maroni estava foragido havia uma semana, quando a Justiça decretou sua prisão preventiva. O empresário foi denunciado pelo Ministério Público por crimes de favorecimento e exploração da prostituição, formação de quadrilha e tráfico de pessoas.
Oscar Maroni é investigado desde 2004. Ele acabou denunciado depois de declarar na TV que sua boate promove "prostituição de luxo". "Sim, é prostituição de luxo sim, não vamos ser hipócritas", afirmou ao "Jornal da Noite", da TV Bandeirantes. Maroni foi encaminhado para o 96º Distrito Policial, onde fica a 2ª Delegacia Seccional Sul da capital.
Hotel
O mais recente embate entre Maroni Filho e a Prefeitura de São Paulo começou com o acidente com o vôo 3054 da TAM, em Congonhas. O acidente levantou questionamentos sobre a legalidade do hotel de 11 andares que o empresário constrói há aproximadamente cinco anos nos arredores do aeroporto, ao lado da boate.
Segundo a prefeitura, a obra não corresponde à planta aprovada e, pior, transformou-se de prédio comercial em hotel. No último dia 26, a prefeitura lacrou o edifício. No dia seguinte, uma decisão judicial permitiu a reabertura do estabelecimento. Veja a reportagem da Isto É - Dinheiro, de 2004, (abaixo) que estampava na capa o homem do negócio da protituição bem sucedida. Entre as pérolas que saiam de sua boca, estão:
Se referindo aos seus negócios: “o maior centro de terapia empresarial da América Latina”.
“Podem me chamar de imoral, cafajeste, pornográfico. Mas eu sou um cara esperto pra caramba, não sou?”
Sobre seus empregados: “Eu dou a idéia, o dinheiro e as chicotadas. Eles executam”
Sobre o que acha sagrado: “Tem três instituições sagradas para mim: o PT, o Corinthians e a Igreja Católica. Todas precisam ser revisadas, mas continuo fiel a elas"
Conheçam o empresário DONO DO HOTEL que foi construído em São Paulo, atrapalhando o tráfego aéreo do Aeroporto de Congonhas. Quem autorizou a construção? Marta Suplicy, atual ministra do Turismo, e responsável pela autorização da Prefeitura de São Paulo, quando foi prefeita. O editfício fica localizado a 600 metros da cabeceira da pista de Congonhas. Por isso, os pilotos dos aviões têm que desviar quando estão se dirigindo para a pista de Congonhas, que acabou ficando cerca de 130 metros mais curta. O projeto do Oscar Hotel, que ocupa 10 mil metros quadrados e custou 20 milhões de reais, já havia sido vetado pela Aeronáutica, mas misteriosamente acabou conseguindo autorização, inclusive também da Prefeitura de São Paulo, na administração Marta Suplicy. Oscar Moroni Filho é dono do principal cabaré de São Paulo, o “clube prive” Bahamas, que rende mais de 30 milhões de reais por ano.
Leiam, a seguir a reportagem sobre o empresário - veiculada em setembro de 2004, pela revista Isto É Dinheiro: POR CHRISTIAN CARVALHO CRUZ Fotos: Frederic Jean Revista IstoÉ Dinheiro - 29/setembro/2004 Colaborou Maurício Capela
O IMPERADOR DO SEXO
Complexo de R$ 50 milhões terá casa noturna, hotel, restaurantes e arena de shows e lutas. Jeans surrado, camiseta preta justinha, sapatos de camurça sem meia, piercing na orelha esquerda, cara de mau. O empresário Oscar Maroni Filho caminha rápido pelo meio-fio e vai apontando, sem pudor: “Este Jaguar é meu, esta Mercedes é minha, aquela Harley Davidson também, os dois apartamentos do último andar daquele prédio são meus, este terreno é meu, esta casa também, aquela outra, mais aquela...”.
Maroni já tem 70% de um quarteirão inteiro no bairro de Moema, perto do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Quando conseguir os 30% restantes, mandará sozinho em uma área de 10.000 m2 numa das regiões mais valorizadas da cidade. Ali, o imperador do prazer está erguendo sua Las Vegas particular de R$ 50 milhões, com direito a casa noturna, hotel cinco estrelas, restaurantes, arena para lutas, shows e apostas. “Não sou o único, mas sou o mais bem-sucedido empresário do erotismo no Brasil”, diz, ao parar na praça onde pretende instalar um chafariz de águas dançantes, no estilo dos cassinos americanos. “Morri de inveja do Abílio Diniz quando ele fez aquela fonte no Lago do Ibirapuera. Vou fazer uma igual aqui, mas em miniatura”, conta, indicando o espaço com árvores que ele mandou podar em forma de coração.
Os negócios de Maroni, que lhe rendem R$ 30 milhões ao ano, giram em torno do Bahamas, o clube privê mais badalado do País. Misto de boate, motel, restaurante e sauna por onde circulam garotas seminuas (em busca de trabalho, por assim dizer), a casa recebe 400 pessoas por dia. Pessoas de bolso pesado, que fique claro: executivos, políticos, artistas, empresários. Afinal, os custos operacionais da diversão são altos. Homens pagam R$ 97 para entrar. Mulheres, R$ 15. Meia cerveja custa R$ 15. Uma dose de uísque, R$ 200. E sessenta minutos do tempo das moças, que cursam faculdade de manhã e chegam em carrões importados, variam de R$ 300 a R$ 600. Algumas delas dão mais liquidez ao negócio tirando a roupa diante de computadores ligados à internet e instalados perto de um laguinho com carpas vermelhas. No segundo andar, ficam 23 suítes que só não têm espelho no colchão e no vaso sanitário. Valem R$ 69 a hora.
O que se pratica ali é sexo pago, ponto. Mas o proprietário gosta de se referir ao seu empreendimento como “o maior centro de terapia empresarial da América Latina”.
Não é para menos. O grosso da freguesia é de executivos em viagem de negócios. “Contratos são fechados aqui toda semana”, diz Maroni, num escritório decorado com carrinhos de brinquedo, bichos de pelúcia, CDs do Andrea Bocelli e o livro de Jack Welsh. Uma vez, o dono de uma grande empreiteira chegou com dois cidadãos do Oriente Médio. O grupo vinha dos EUA, depois de assistir ao vivo a uma luta de Mike Tyson. O empreiteiro, que estacionou seu jatinho em Congonhas, pleiteava a construção de uma estrada no país de seus convidados. O Bahamas ajudou nas tratativas: ele investiu US$ 6 mil e ofereceu aos futuros clientes a companhia das garotas mais caras da noite (duas para cada um). Levou o contrato. Já para políticos e figuras públicas há uma logística discreta. Eles têm entrada privativa à disposição e seguem direto a uma sala vip anexa ao escritório de Maroni, no segundo andar. De lá, escondidos atrás de um vidro espelhado, escolhem as garotas e mandam o garçom ir buscá-las. A estratégia também é usada por pilotos de Fórmula-1.
Maroni fatura R$ 1 milhão por mês com o Bahamas. E diz que vai fazer esse volume crescer em mais R$ 1 milhão quando inaugurar a segunda empresa de seu complexo do prazer – o Oscar’s Hotel. O cinco estrelas de R$ 20 milhões e diárias de US$ 350 terá 223 apartamentos, três restaurantes, academia de ginástica e um centro de leilões de bois. A idéia é inaugurá-lo em dezembro, mas as obras estão atrasadas. “Será um hotel executivo/familiar. Não tem nada a ver com o Bahamas”, frisa Maroni. A não ser por uma passagem subterrânea que liga os dois imóveis e já foi carinhosamente batizada de “Faixa de Gaza”. Atrás do Oscar’s, Maroni planeja levantar uma arena destinada a shows e lutas de vale-tudo, onde a platéia vai poder apostar nos lutadores. O business plan está pronto, falta só combinar com a Justiça. “Apostar é proibido, é contravenção penal”, diz o advogado Celso Vilardi. “A pena pode variar de três meses a um ano de prisão.” Seja como for, Maroni está empolgado. Já foi a Tóquio pesquisar projetos semelhantes e vai pedir R$ 12 milhões ao BNDES para tocar as obras.
O plano de ocupação do quarteirão com empreendimentos que se retroalimentam numa espécie de ciranda erótico-financeira se completará com uma churrascaria de carnes especiais. Sua especialidade será o pernil de “javaporco”, um animal que ele mesmo diz ter desenvolvido em sua fazenda a partir do cruzamento de javalis e porcos. Na mesma propriedade (700 hectares em Araçatuba-SP), Maroni cria 20 mil cabeças de gado e orgulha-se de produzir “60 mil bifes a cada 24 horas”.
“Podem me chamar de imoral, cafajeste, pornográfico. Mas eu sou um cara esperto pra caramba, não sou?” , pergunta. Pode ser. Mas também é um patrão difícil, exigente – embora gabe-se de já ter financiado silicone para uma funcionária e uma cirurgia para curar o estrabismo de um garçom. De seus 110 funcionários, quatro são os principais executivos, que ele chama de capitães de área. Eles cuidam de departamentos distintos: financeiro, marketing, hotel e fazenda.
“Eu dou a idéia, o dinheiro e as chicotadas. Eles executam”, diz Maroni. “Negociar com ele é um jogo duríssimo. Se você relaxa, ele atropela”, conta Francisco Pellegrini, diretor da Fractal, editora com a qual Maroni está negociando uma nova revista para falar de “sexo, política e protesto”. Com o mesmo mote ele quer ter um programa de TV, que deve se chamar “Me tirem do ar”. E há ainda um projeto de franquear o Bahamas. O investimento necessário será de R$ 2 milhões, e o lucro, de R$ 300 mil, prevê. Tudo sob o guarda-chuva da holding Oscar World. Maroni tem 51 anos, é pai de quatro filhos e foi casado por 24 anos. Se assume metrossexual e afirma gastar R$ 40 mil por mês com ele mesmo. Não fuma, bebe pouco, faz musculação e à tardezinha gosta de comer um queijo quente e uma pêra. “Tem três instituições sagradas para mim: o PT, o Corinthians e a Igreja Católica. Todas precisam ser revisadas, mas continuo fiel a elas”, afirma.
Maroni começou a vida vendendo cachorro-quente num trailler à porta da Faculdade Objetivo, em São Paulo, na década de 70. Formou-se em psicologia e clinicou por seis anos. Uma dia lhe apareceu um paciente com ejaculação precoce. Doutor Maroni receitou noitadas com prostitutas e curou o rapaz. “Por interesse científico, eu conversava muito com as moças que atenderam o homem. Fui me informando e quando vi já tinha comprado a minha primeira casa de massagem. Tive dez delas, e fui desenvolvendo um grande know-how no setor. O resto é história.”
E uma boa dose de malícia...
NOTA
FONTE: VIDEVERSUS
Desfazendo a ... de Marta Suplicy...
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM-SP), afirmou nesta quarta-feira que suspeita que o prédio construído pelo empresário Oscar Maroni, dono do cabaret Boate Bahamas, nas proximidades do Aeroporto de Congonhas, tenha irregularidades. Se essas suspeitas forem confirmadas, o prefeito afirma que a administração municipal vai demolir a construção. "Existe uma suspeita, quase comprovada, de que aquele prédio está em situação irregular. Eu pedi que fosse constituída uma força-tarefa na prefeitura. Cabe à prefeitura neste momento, em sintonia com a Aeronáutica, verificar e também cabe à Aeronáutica legislar em relação à altura do edifício. Nós estamos nos preparando para demolir o prédio, caso se comprovem estas irregularidades. Não vai ser uma pessoa que vai prejudicar milhões de brasileiros. Portanto, nós vamos fazer a nossa parte. Não vou ser leviano em afirmar que isso irá acontecer, mas existe uma chance muito grande, devido às informações", disse o prefeito.
Segundo o prefeito, o prédio construído por Maroni não é o mesmo apresentado em projeto à Prefeitura e à Aeronáutica. "Este cidadão fez, na Aeronáutica, um projeto para construir um imóvel comercial. Já na prefeitura, o projeto foi residencial. Já houve uma fraude no início. Determinei que fosse cassado o alvará do edifício. Será cassado nesta semana e faremos tudo o mais rápido possível. Caso se confirmem as irregularidades, o prédio será demolido", confirmou o prefeito.